Exame genético identifica predisposição a doenças

09/12/2011 às 8:32 pm | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário

Atualmente existem testes de diagnóstico biomolecular que utilizam saliva ou amostra de sangue capilar do paciente para diagnosticar – ou excluir do rol de possibilidades – vários distúrbios ligados a Nutrigenômica ou a erros metabólicos. “São cerca de 40 testes. O sistema é simples, rápido, seguro e pouco invasivo, já que a coleta do material biológico não requer esforços do paciente nem do profissional. Estes exames de Nutrigenômica foram aprovados pela Sociedade Médica, aumentando a sua confiabilidade e trazendo respaldo para seu uso clínico”, observa o nutrólogo Maximo Asinelli.
Entre as vantagens dos testes genéticos é a confirmação das suspeitas clínicas, a precisão e a rapidez do diagnóstico, a eficácia do tratamento e a compreensão sistêmica de tudo o que acontece no corpo humano. “Os resultados são apresentados em forma de um laudo detalhado, que potencializam a avaliação médica e possibilitam ao paciente conhecer mais sobre seu próprio organismo. Assim sua adesão ao tratamento é ainda melhor, com menos chances de resistência”, considera.
Este tipo de teste genético está sendo realizado com exclusividade no sul do Brasil pela Clínica Asinelli, precursora do GENOTEST (marca registrada dos testes biomoleculares da EoCyte, empresa especializada em Medicina Personalizada) na região. “Nosso trabalho começa na minha clínica em Curitiba, mas a meta é abranger outras regiões do Paraná e quem sabe expandir ainda mais os negócios. Este tipo de exame é promissor e será em breve uma realidade para todos os pacientes e profissionais da área da saúde”, afirma.
Dentro da Nutrigenômica os testes biomoleculares podem identificar predisposição a sobrepeso, obesidade, doença celíaca (intolerância a glúten) e deficiência da enzima lactase (intolerância a lactose). “O exame ainda contribui para diagnosticar a doença se ela já estiver instalada, excluir a patologia em pacientes sintomáticos e determinar o perfil genético do paciente para confirmar o diagnóstico ou eliminar a possibilidade do mal conforme as informações obtidas por meio do sangue capilar ou da saliva. Com base nos dados encontrados o tratamento é feito de maneira totalmente personalizada”, evidencia.
No caso da obesidade o médico ainda tem condições de avaliar o desenvolvimento e a evolução do transtorno no paciente, determinar o risco do surgimento da doença – em adultos e crianças – e analisar as chances de comorbidades relacionadas à predisposição do problema. “O teste genético ainda é capaz de fornecer dados sobre doenças herdadas, como Doença de Huntington, e distúrbios metabólicos da mitocôndria, como Diabetes Mellitus e surdez. Este exame utiliza a mais alta tecnologia e tem sensibilidade de 100%”, acrescenta o especialista, que também faz parte da Sociedade Brasileira de Alimentação e Nutrição (SBAN), da Sociedade Latino Americana de Alimentação e Nutrição (SLAN) e da Sociedade Brasileira de Alimentos Funcionais (SBAF).

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Ciência estuda relação entre os genes e a alimentação

07/12/2011 às 8:29 pm | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário

O nutrólogo Maximo Asinelli declara que é comum ocorrer uma situação na qual o indivíduo não apresenta nenhum sinal de certa patologia, como a diabetes, por exemplo, mas tem uma tendência a esta doença, que no momento está adormecida. De acordo com a sua dieta, frequência na realização de atividades físicas e hábitos prejudiciais a saúde o diabetes pode surgir e suas consequências serem maléficas. “Por isso é fundamental conhecer o corpo nos seus mínimos detalhes. Mais que isso, é preciso fazer conexões entre os componentes do organismo e a alimentação”, enfatiza Asinelli.
A Nutrigênomica, nome dado a ciência que utiliza dados do mapa genético para analisar sua relação com os nutrientes da comida, é capaz de identificar quais genes que podem desencadear processos que levam ao surgimento de várias patologias ao serem ativados. “Sabendo qual nutriente que pode estimular a sua ativação ou qual que atua no gene controlador fica fácil utilizar os alimentos como um meio de prevenir, controlar ou tratar doenças de todos os níveis de gravidade”, aponta o médico, membro da Rede Brasileira de estudos em Nutrigenômica e da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN).
Um exemplo é a obesidade, uma doença crônica considerada epidemia mundial pela Organização Mundial da Saúde (OMS). No Brasil, de acordo com o Ministério da Saúde, os dados são preocupantes: 13% da população adulta é obesa, 48% está acima do peso, 30% das crianças tem sobrepeso e destas metade são consideradas obesas. “Quem sofre com o excesso de peso, já fez de tudo para emagrecer e não obteve sucesso pode encontrar a solução em seu código genético. Um teste simples pode revelar o gene da obesidade e ainda identificar os fatores de risco para doenças afins, como o infarto agudo”, esclarece.

Genética pode ajudar no tratamento para obesidade

05/12/2011 às 8:28 pm | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário

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